sexta-feira, 28 de setembro de 2007

INhouse Comunicação cria para BancorBras.

O velho jeito atualizado de ser.

Afinal, o que faz esse pessoal do Atendimento, que, quando a gente procura, está no Cliente, e, quando o Cliente precisa, está na Agência?

A função de Atendimento de uma agência de propaganda é a de mais difícil definição e mensuração de resultados. Sua origem confunde-se com a origem da própria agência, que surgiu - no início do século passado - a partir da atuação do corretor de espaço.

Entretanto, do antigo corretor ao perfil atual do profissional de Atendimento muito coisa mudou:

O que NÃO é Atendimento Publicitário:

• NÃO é “vender anúncios”: Sem dúvida, atuar em Atendimento publicitário envolve bons conhecimentos em técnicas de vendas, entretanto “ser Atendimento” não é sinônimo de ser vendedor, pois requer muitas outras competências.

• NÃO é “trazer-e-levar-e-trazer”: É preciso conhecer propaganda para que possa discuti-lá com firmeza e segurança, estabelecendo com o cliente um elevado relacionamento profissional de tal forma que sua palavra transmita credibilidade e tenha expressivo peso no processo de decisão do cliente.

• NÃO é “ver-o-que-o-cliente-quer-fazer”: Isso seria simplificar demais seu trabalho. Atuar em Atendimento requer uma atitude proativa, aliada à sólidos conhecimentos técnicos sobre propaganda.

• NÃO é ser um “moço de recados": Mas sim, um profissional qualificado tecnicamente e, portanto, capaz de discutir e apresentar soluções consistentes para seus clientes.

• NÃO é “apresentar o que o planejamento planejou, a criação criou e a mídia ‘midiou’ ”: Deve conhecer amplamente propaganda para possa participar e até julgar uma campanha, participando de sua elaboração em todas as fases para defende-lá junto ao cliente com pleno conhecimento de causa.

• NÃO é ser um “tirador de pedidos”: Deve ter conhecimento de marketing num grau que lhe permita compreender e interpretar a política de vendas do cliente, estando capacitado para, em muitas vezes, aconselhar e orientar o cliente a reformular sua estratégia de ação.

• NÃO é “esperar que alguém queira algo para então agir”: Antes, é preciso ser proativo, antecipando oportunidades para o cliente.

• NÃO é ser “o cliente na agência e a agência no cliente”: Esse conceito - hoje rejeitado - gerou más interpretações, fazendo parecer, junto ao cliente, que o Atendimento colocaria os interesses da agência em primeiro lugar; e, junto à agência, que o Atendimento representaria as inseguranças e vaidades do cliente.

• NÃO é “acatar as decisões alheia”: Mas sim, é necessária uma postura crítica e questionadora das informações, idéias e soluções propostas, tanto pelo cliente, quanto da própria agência.

• NÃO é “ter uma postura desprovida de objetivo e personalidade”: É inegável a importância da competência política do profissional de Atendimento, para isso, é preciso, sobretudo, de estilo pessoal. Assim como é claro seu objetivo maior: rentabilizar a conta publicitária.

• NÃO é um xereta de outros deptos. da agência: Deve sim, saber trabalhar em equipe, e isso implica, dentre outras, em saber interferir na medida certa.

• NÃO é uma função inferior no mix de atividades de uma agência de propaganda: O papel do profissional de Atendimento sofreu variações ao longo dos tempos. Hoje é, sobretudo, um homem de negócios, responsável por trazer resultados, e essa função tem importância incontestável.


Algumas conclusões já podemos tirar disso tudo: Terno, gravata e terminologia adequada aprendida em dezenas de cursos e seminários não fazem um bom profissional de Atendimento.

Da mesma forma, ser bem apessoado, bom de papo e simpático também não são os melhores motivos para iniciar uma carreira em Atendimento publicitário. Aparentemente identificada com vendas, por sua necessidade de utilização de técnicas de motivação e persuasão, outras vezes confundida com relações pública, por sua necessidade de empatia, facilidade de relacionamento e capacidade de integração, fazer Atendimento é também tudo isso, mas não só isso. O pleno exercício de seu papel exige que esse profissional possua, harmonicamente integradas, três características básicas:

Visão estratégica - pensar estrategicamente

Atitude estratégica - agir, executar ações estratégicas, fazer acontecer

Ação operacional - capacidade de administração, organização, controle e revisão


Nos tempos de hoje, mais do que nunca, o atendimento tem a chance de mostrar e realizar seu potencial:

- Liderar, gerenciar a identidade da marca, trabalhar todas as suas manifestações, em todos os pontos de contato com todos os seus públicos.

Mostrar este potencial é deixar claro que sua função não é a de um garçom da propaganda (sem desmerecer esta profissão), mas está muito mais para o nutricionista que identifica, analisa, planeja e soluciona o problema do seu cliente.

Wilson Camargos - Dir. de Atendimento da INhouse Comunicação

O verdadeiro HOT-DOG.

Grendene lança campanha Ipanema Gisele Bündchen na Austrália.

Um ano depois de lançada no Brasil, a campanha Ipanema Gisele Bündchen 'Y Ikatu Xingu' estreou no início de setembro, na Austrália, assinada pela agência W/Brasil. A assessoria de imprensa da marca afirma que a top, que empresta o seu nome à marca de sandálias da Grendene, estará na cidade de Melbourne, para o lançamento oficial da coleção, no próximo dia 3 de outubro.

A campanha será veiculada até o final de outubro e prevê a exibição de comerciais de 30 segundos nas emissoras Foxtel e TVC, além de cinemas nas cidades de Melbourne, Sydney, Brisbane e Perth e nas rádios Commercials, Live Read/Competition e Retail Therapy, de Melbourne. Anúncios nas principais revistas australianas, como Baystile, Cosmo, Famous, Cleo, Chadstone Fashion Capital e Shop Till You Drop também são contemplados no plano de divulgação.

A ação contará ainda com o apoio de materiais de pontos-de-venda. A coleção, inspirada nas tribos indígenas do Xingu, conta com um toque de brasilidade que promete conquistar os pés australianos.

Gravado em 2006 na aldeia da tribo Kisedjê - dentro do Parque do Xingu, no Mato Grosso -, o comercial para TV e cinema conta com três importantes elementos: a riqueza do cenário natural, a beleza da modelo e a trilha sonora gravada pelos índios especialmente para a campanha. A participação dos indígenas está presente também nos produtos: os grafismos estampados nas palmilhas das sandálias foram desenvolvidos junto com os integrantes da tribo.

A marca, que teve o lançamento dessa linha em Madri, no primeiro semestre do ano, será comercializada pela primeira vez na Austrália e tem um objetivo maior. "A idéia é conquistar o mercado australiano, que possui o mesmo perfil do consumidor e clima brasileiros, para ser a porta de entrada da Ipanema GB, tanto no país quanto nos mercados asiático e do oriente médio", explica Andréa Klemm, gerente de marketing do setor feminino da Grendene.

Pior que é assim mesmo, no começo é ótimo, depois começa tudo de novo e ficamos tristes.

Excelente foto de Vini Goulart e Dir. da Mr. Brain.

MPM em ação por Bridgstone.

Campanha Bridgestone

A MPM lança campanha para reforçar a atuação da Bridgestone nos segmentos de automóveis e caminhões. A ação também anunciará a aquisição da Bandang pela fabricante de pneus. Além disso, a Bridgestone patrocina a 41ª edição do Prêmio Carro do Ano 2008 da revista Auto Esporte. Anúncios de página dupla nas revistas Época e Auto Esporte divulgarão o apoio. Um vídeo institucional será apresentado durante o evento, em novembro.

Já as peças sobre a aquisição da Bandang, mostram o detalhe de um pneu e uma mensagem no canto direito instruindo: "Puxe Aqui. E descubra a maior novidade do mercado de pneus.". Ao puxar a primeira folha para cima, o título informa: "Bridgestone e Bandag. Agora unidas para você." acompanhada de um texto que explica a união das empresas e a vantagens para todo o ciclo de vida do pneu. Na parte de trás da peça, uma foto de um caminhão da Fórmula Truck acompanhada pelo texto: "Na fórmula Truck eles modificam o motor, o chassi, a carroceria e a suspensão. Mas o pneu é o mesmo que sai da fábrica." Os banners de internet seguem a mesma linha. A criação é de Margit Junginger e Celso Rausch, com direção de Aaron Sutton e Jorge Iervolino.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Dir. de Arte Alan

Anunciante "Skol"

D&M Comunicação

Y&R ganha Nova Schin.

Marca estava na carteira da Famiglia, derrotada no processo de concorrência

A Y&R levou a melhor em concorrência e passa a atender a Nova Schin, que até então estava na carteira da Famiglia. A disputa ainda contava com a participação da própria Famiglia e a DPZ.

Em outra concorrência, que será definida na semana que em, estão em disputa as verbas das marcas Nobel, Devassa e Baden Baden, num processo do qual participam a pernambucana RGA (em associação com a Euro RSCG Brasil), a W/Brasil e a Fallon. Atualmente a Nobel é atendida pela RGA e a Devassa, pela McCann Erickson, que não foi convidada por atender a conta da Coca-Cola.

Acompanhe o comunicado distribuído pela empresa, na íntegra:

"O Grupo Schincariol comunica a contratação da agência Young & Rubicam, do Grupo Newcomm, como responsável pela conta de comunicação da cerveja Nova Schin, quarta maior marca de cerveja do País e líder nas áreas Norte e Nordeste do Brasil, e da conta de comunicação institucional do Grupo Schincariol. A concorrência foi decidida pela diretoria da companhia e anunciada hoje ao mercado.

"A escolha da Young & Rubicam está alinhada com a estratégia de reestruturação da empresa e vem ao encontro das nossas necessidades e desejos para a marca Nova Schin", afirma Marcel Sacco, diretor de marketing do Grupo Schincariol.

"A conquista deste importante cliente vem coroar um momento muito especial da nossa empresa. Fico muito orgulhoso da equipe de profissionais da agência e muito feliz em poder ajudar um Grupo como a Schincariol a crescer ainda mais", comenta Roberto Justus, presidente da agência Y&R e do Grupo Newcomm.

Lançada em agosto de 2003, a cerveja Nova Schin se fixou em milhares de pontos-de-venda com novo sabor e totalmente reformulada.

A Nova Schin é encontrada nas versões lata (350 ml), latão (473 ml), long-neck e garrafa de 600 mililitros. A linha inclui ainda as versões sem álcool, Malzbier, e a cerveja escura Munich. Em 2004, o Grupo Schincariol lançou a NS2, primeira cerveja do Brasil aromatizada com tequila e limão."

Mr. Brain

Publicitários querem escola para minorias jovens.

Expoentes da indústria planejam high school no Brooklyn, distrito de Nova York, dedicada exclusivamente a estudos de propaganda e mídia

A quarta conferência anual Advertising Week, que nesta semana reúne milhares de executivos da indústria publicitária em Nova York, foi iniciada na manhã da segunda-feira, 24, de forma inusitada: aboletados num ônibus escolar amarelo, alguns dos mais ilustres participantes do evento rumaram para o distrito do Brooklyn para se encontrar com o prefeito local, Marty Markowitz, e dezenas de estudantes secundaristas. A finalidade do encontro: anunciar o plano de criação de uma "high school" pública dedicada exclusivamente a estudos de propaganda e mídia, que terá no currículo disciplinas tão variadas quanto marketing, web design, packaging e análise estatística.

"Estamos trabalhando nissso há anos", declarou Markowitz na coletiva à imprensa, acrescentando que o distrito contribuirá com US$ 2 milhões para o empreendimento, cujo objetivo é "fomentar o relacionamento entre as minorias jovens e a indústria publicitária, contribuindo para a promoção da diversidade na indústria" (o Brooklyn tem alta concentração de afro-americanos e hispânicos).

Se o projeto for aprovado pelo Departamento de Educação de Nova York, o que parece provável, a escola para cerca de 400 estudantes começará a funcionar já em setembro de 2008 - tendo entre seus professores voluntários ninguém menos que o lendário Jerry Della Femina, nascido no Brooklyn.

Presentes à coletiva estavam outros originários do bairro: Michael Roth, presidente executivo do Interpublic Group, e Ron Berger, presidente executivo das operações norte-americanas da Euro RSCG Worldwide (Havas) e chairman do board da Advertising Week 2007. "Esperamos abrir os olhos da nova geração para o poder da propaganda como carreira potencial", disse Berger.

Agnelo Pacheco com duas novidades em sua carteira.

A Agnelo Pacheco tem duas novidadesm em sua carteira. A agência anuncia as contas do Jornal do Brasil e da TvTrem, novo veículo de comunicação customizado lançado em São Paulo. A agência será responsável pela comunicação institucional do Jornal do Brasil, do Grupo CBM (Companhia Brasileira de Multimídia), em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, incluindo os suplementos e encartes regionais. Além disso, já está criando a primeira campanha para a TvTrem.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

INhouse cria para Confea.

Marketing digital usa ferramenta de VoIP

Produto da Tmais ajuda empresas a falar, literalmente, com consumidores

A operadora de telefonia fixa TMais, focada na oferta de serviços de voz sobre IP (VoIP), está lançando o ClickFone TMais, uma ferramenta que facilita a comunicação direta entre a empresa e seus clientes por meio de voz, sem custo adicional para o consumidor final com acesso à internet.

O funcionamento do produto é simples. Um ícone 'Fale Agora' é adicionado ao website da empresa e o consumidor fala com os setores de atendimento da companhia por meio do fone de ouvido ou microfone (headset) do seu computador. Caso o consumidor não tenha headset, ele tem a opção de digitar um número de telefone fixo ou móvel de sua preferência e o sistema dispara automaticamente uma chamada para o número indicado e, em seguida, para os setores de atendimento da empresa.

"O ClickFone é um link que pode ser colocado no site da empresa, em banners de publicidade hospedados em portais ou mesmo em e-mail marketing", diz o diretor de tecnologia da TMais, Luciano Matsumoto. Do ponto de vista financeiro, uma das principais vantagens do produto - cuja tecnologia foi desenvolvida pela própria TMais - é o custo.

A cada ligação que recebe por meio de headset (VoIP), a empresa paga R$ 0,02 por minuto, mais um valor fixo de assinatura, a partir de R$ 150. Esse valor, no entanto, é convertido em minutos e a empresa paga apenas o que exceder. Para ligações recebidas por telefone fixo, paga R$ 0,05 por minuto, mais o VoIP de R$ 0,02 e a tarifa de assinatura. No frigir dos ovos, Matsumoto garante que há uma redução de até 30% nos custos para chamadas locais, até 60% para DDD e de até 80% para DDI.

O executivo afirma que a TMais está em negociando a venda do ClickFone com dez empresas de diversos setores, como bancos e seguradoras. Os nomes não foram revelados. Inicialmente, a operadora vai focar a venda do produto em mercados específicos, como sites de e-commerce, bancos, financeiras e seguradoras, empresas do ramo imobiliário e concessionárias de veículos.

"Com a Lei Cidade Limpa, que pode se estender para outros estados além de São Paulo, essas empresas começam a reforçar investimentos em novas vitrines de comunicação e a web é uma delas", diz Matsumoto, destacando outros benefícios do ClickFone, como incremento de até 45% na eficiência de venda de produtos e serviços, redução de até 25% do abandono durante a navegação no site, aumento da satisfação no atendimento e redução dos custos com 0800.

A meta é que até dezembro o ClickFone esteja em operação em 100 a 150 empresas no Brasil. A TMais acredita que o produto pode incrementar o faturamento da operadora em até 40% em 2008. "O ClickFone é uma porta para aumentar os nossos serviços de VoIP", diz. Segundo Matsumoto, a tecnologia para esse tipo de serviço já é usada por empresas nos Estados Unidos há cerca de três anos.

Agência Comunicata

Sandy (peça criada por aluno da Funyl)

Schincariol investe no setor de sucos

Empresa reformula linha Skinka e lança produtos da marca Fruthos com o aporte de R$ 18 milhões em desenvolvimento e mídia

Schincariol investe no setor de sucos

Seguindo sua nova visão estratégica de ampliar a participação de bebidas não alcoólicas em seu negócio, o Grupo Schincariol anunciou duas novidades no segmento de sucos: a ampliação e reformulação da linha Skinka e o lançamento da Fruthos.

A empresa investiu R$ 10 milhões em desenvolvimento de produtos e consumirá outros R$ 8 milhões em mídia até janeiro do próximo ano. "Nosso objetivo é estar entre os três primeiros do mercado de sucos prontos até o final de 2008", aponta Marcel Sacco, diretor de marketing do grupo.

De acordo com o executivo, a marca Skinka detém 6% de participação no mercado e a meta é que ao final de um ano Skinka e Fruthos representem 12% do total do mercado, que em 2006 movimentou cerca de R$ 1 bilhão de acordo com dados da ACNielsen.

A linha Skinka sofreu reformulação, com maior concentração de fruta, e ganhou dois novos sabores, além de frutas cítricas e vermelhas: frutas roxas (uva, jabuticaba e framboesa) e frutas verdes (maçã e kiwi). Os produtos agora também têm a apresentação em embalagem de 200 ml, especiais para crianças. Elas terão personagens do desenho "A Mansão Foster para Amigos Imaginários", do canal pago Cartoon Network.

Já Fruthos ingressa no mercado em embalagens de um litro e 200 ml nos sabores uva, manga, pêssego, goiaba, maracujá e laranja, além das versões light de uva, pêssego, maracujá e manga. As duas linhas terão campanhas de divulgação assinadas pela Lew,Lara. O plano de mídia contempla filme para TV aberta e fechada, anúncios para revistas, peças para web e material para ponto-de-venda.

Agência Mr. Brain

Oi passa a atuar em São Paulo.

Operadora venceu leilão nesta terça-feira, 25, e será a quinta operadora habilitada para a área


O grupo Oi, antiga Telemar, entrará no mercado paulista de operadoras de celular. A empresa venceu um leilão de sobras de freqüência do Serviço Móvel Pessoal (SMP) realizado pela Anatel nesta terça-feira, 25, em Brasília, com uma oferta de R$ 80,55 milhões. A Oi também adquiriu uma freqüência específica para a região de Franca, no leste paulista, por R$ 1,55 milhão.

Com a entrada da Oi, serão cinco as operadoras de telefonia móvel no Estado - Vivo, Claro, Tim e Unicel são habilitadas para atuar na área. A Unicel estará na cidade de São Paulo a partir do ano que vem.

A Vivo, por sua vez, também saiu vitoriosa dos leilões realizados nesta tarde. A empresa adquiriu lotes de freqüência para operar em mais cidades do interior e na capital de São Paulo, além de freqüências para os Estados de Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Com isso, passa a ter cobertura nacional ao lado da Tim.

Mercado
A Anatel ainda divulgou dados referentes a agosto. Com 2.410.232 novas habilitações, foi o mês com maior número de adesões ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) em 2007. Com isso, o número de assinantes chega a 110.929.896. A Vivo permanece na liderança do mercado, com 28,05% de participação - pequena redução em relação aos 28,11% registrados em julho deste ano. A Tim mantém a segunda colocação, seguida de Claro, com 24,76%, Oi, com 13,12% e Telemig Celular/Amazônia Celular, com 4,42%.

iG | Cidade de Pixel

Dir. de Arte Renan Moura

INhouse Comunicação cria para UniCeub.

Mundos virtuais são novo paradigma para crianças.

Pesquisa nos EUA indica que 24% da população total de três a 17 anos devem frequentar sites como o Club Penguin em 2007, e que o share atingirá 53% em 2011


Os anunciantes dos Estados Unidos descobriram um novo filão na internet: o crescente número de crianças e adolescentes que freqüentam os mundos virtuais. Segundo estimativas da especialista do mercado online eMarketer, 14,9 milhões, ou 41,5% das crianças entre três e 11 anos do país, usarão a internet ao menos uma vez por mês em 2007; até 2011 elas somarão 16,6 milhões, representando 44,3% da população dessa faixa etária. Já entre os adolescentes de 12 a 17 anos, 19,4 milhões estarão online neste ano (share de 73,7%), que aumentarão para 21,1 milhões (87,1%) em 2011.

Somadas as duas faixas etárias, 5,3 milhões de crianças e jovens de 3 a 17 anos (16% da população total dessa idade) visitaram mundos virtuais em 2006; neste ano, serão 8,2 milhões (24%), e em 2011, 20 milhões (53%).

"Naturalmente, os mundos virtuais não são novidade, mas o nível de atividades de desenvolvimento, investimento de capital e interesse dos consumidores é sem precedentes", disse Debra Aho Williamson, analista sênior da eMarketer e autora do novo relatório Kids and Teens: virtual worlds open new universe. Segundo ela, crianças e adolescentes já constituem 18,2% de todos os usuários da internet nos EUA.

Nova ótica
As crianças e os jovens de hoje vêm a internet de forma diferente, diz Williamson: "Eles estão crescendo não apenas com as redes sociais, mas também com a possibilidade de interagir com as pessoas, de fazer compras, de aprender e de jogar em um ambiente gráfico. Na comparação, as páginas planas da Web, com linques e banners, se tornam desinteressantes".

Jonathan Collins, produtor executivo de mundos virtuais para a MTV, concorda que as crianças mais jovens estão se habituando à representação gráfica das redes sociais. "Se a rede não tem esses elementos, a garotada acha que alguma coisa está faltando", disse à eMarketer.

Não surpreende, portanto, que esse valioso segmento esteja atraindo a atenção de anunciantes como a The Walt Disney Co., que pagou US$ 350 milhões pela rede virtual Club Penguin - hoje com 12 milhões de usuários registrados e 700 mil assinantes pagos, segundo a Nielsen//NetRatings.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

INhouse Comunicação cria para Taguabox.

Capitais sofrem efeito Cidade Limpa

Nova lei em São Paulo influencia corte no número de outdoors e painéis pelo Brasil

Os impactos da Lei Cidade Limpa, em São Paulo, não afetaram apenas o setor de mídia exterior da maior cidade da América Latina. Desde a sua aprovação pela Câmara Municipal, há um ano, os investimentos no segmento por parte dos anunciantes sofreram redução significativa em todo o País. Se não bastasse esse prejuízo, diversas capitais brasileiras iniciaram neste ano um processo de revisão das normas referentes à publicidade externa com uma só finalidade: reduzir o número de outdoors, painéis e faixas das ruas.

Sem contar as especificidades da iniciativa adotada em cada local, cidades como Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Goiânia, Vitória, Curitiba e, principalmente, Rio de Janeiro têm projetos que visam limitar os espaços legais de exibição da mídia exterior. No caso da capital fluminense, o intuito é ainda mais forte. Há duas semanas foi apresentado um projeto de lei na Câmara Municipal carioca cuja finalidade é extinguir anúncios publicitários da paisagem da mesma forma como ocorreu na capital paulista. O autor da proposta é o vereador Paulo Cerri, líder do governo no Poder Legislativo e do mesmo partido do prefeito paulistano Gilberto Kassab, o Democratas (DEM). Outra semelhança é que, tanto no caso de São Paulo quanto no Rio de Janeiro, em nenhum momento os setores atingidos foram consultados para a elaboração do documento. Já em Brasília, uma nova regulamentação aprovada há dois meses aponta para a retirada de todos os anúncios existentes no centro da capital federal (área tombada) até 2009.

"O que ocorreu em São Paulo não existe e somos contra os locais que optarem por esta posição. Mas o que tem ocorrido na maioria das cidades é um movimento de regularização do setor, não de proibição. Onde houver discussão envolvendo os dois lados, sem radicalismos, nós vemos com bons olhos", afirma Antônio Carlos Aquino de Oliveira, presidente da Federação Nacional das Empresas de Publicidade Exterior (Fenapex), ao comentar a realização de palestras pelo Brasil para mostrar a situação de Salvador, cidade que é exemplo em organização de mídia exterior.

Ações conjuntas
Seja através da elaboração de um novo decreto de lei ou por iniciativas próprias, as outras cinco capitais brasileiras consultadas pela reportagem também iniciaram projetos de redução das peças publicitárias em suas ruas. Influenciadas pela aprovação da Lei Cidade Limpa, as ações mostram que a desorganização do meio não era um problema apenas da capital paulista. A diferença é que em todas elas - Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia, Curitiba e Vitória -, a iniciativa foi tomada em conjunto entre órgãos municipais e entidades de mídia exterior para que as mudanças beneficiem ambas as partes. Para se precaver ante a possibilidade de que uma legislação igual à de São Paulo atinja o setor local, essas cidades pretendem reduzir em média 30% o número de peças existentes em suas paisagens urbanas. "O caso da capital paulista teve impacto muito forte. E foi um recado para os empresários de outros locais se organizarem", admite Romerson Faco, presidente do Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior de Curitiba (Sepex/PR).

A reorganização do segmento pelas entidades também é uma forma de mostrar ao mercado que o meio é uma boa opção de mídia para as estratégias das empresas, mesmo com a exclusão ocorrida na capital paulista. "A Lei Cidade Limpa virou um exemplo, pois os grandes anunciantes estão em São Paulo. Há uma preocupação em todo o setor com a possibilidade de essa situação se agravar ainda mais", comenta Raimundo Liberato, presidente do Sepex/DF.

Para se ter uma idéia do comprometimento do setor na ordenação dos anúncios de rua, o Grupo de Empresas Exibidoras de Mídia Exterior (Grumex) de Porto Alegre investirá cerca de R$ 2,8 milhões em ações que abrangem a melhoria de espaços públicos da capital gaúcha, campanhas de educação ambiental e no aprimoramento da equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam) local para reforçar os trabalhos de fiscalização. "A Lei Cidade Limpa foi um exemplo para nós. Nas reuniões, ambos os lados cederam em alguns pontos para que essa iniciativa chegasse a um denominador comum", explica Edmilson Quirino, empresário representante do Grumex.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Colunistas Brasília

Microsoft negocia 5% do Facebook

Empresa de Bill Gates investiria entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões no site de relacionamento; Google também mostra interesse


A rede social Facebook, criada em 2004 pelo universitário Mark Zuckerberg para facilitar seu relacionamento com os colegas de Harvard, está na mira tanto da Microsoft Inc. quanto da Google Inc.. Segundo notícia desta segunda-feira, 24, do The Wall Street Journal via MarketWatch.com (site financeiro do diário), a empresa de Bill Gates está negociando a compra de uma fatia de 5% da rede por US$ 300 milhões ou US$ 500 milhões, um investimento que elevaria o valor do site para US$ 10 bilhões ou mais".

A Google "também expressou interesse", disse o WSJ, mas o mais provável é que a Facebook rejeite qualquer proposta para obter melhor valor das ações (que dariam valor de mercado de US$ 15 bilhões ao site).

Em 2006, quando a rede social MySpace foi comprada pela News Corp., os observadores também apostaram na venda do Facebook para outra grande empresa de mídia. Zuckerberg, porém, tem afirmado que o site não está à venda. As ações da Microsoft subiram 2% hoje na Bolsa de Nova York, para US$ 29,39.

Agência do mês

Agência Comunicata

Abap ataca perda de rentabilidade das agências

Enquanto isso, revisão nas regras do Cenp esteve na pauta da reunião da Fenapro, em Salvador

Um dos principais assuntos da reunião nacional da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), realizada nesta sexta-feira, 21, em Belo Horizonte, Minas Gerais, foi o processo de revisão do texto que sustenta o Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp).

O presidente da Abap, Dalton Pastore, abriu o encontro relatando aos demais membros da diretoria nacional e aos presidentes dos capítulos regionais o andamento dos trabalhos do Comitê de Revisão do Cenp.

"Não somos reacionários, nossa profissão exige que sejamos revolucionários", frisou Pastore para reafirmar que as agências não se opõem à revisão das normas-padrão, embora reconheça que houve uma mudança de planos na entidade após o processo ter se tornado público. "Os integrantes do Comitê haviam decidido tratar o tema sigilosamente para não gerar uma enorme expectativa em todo o mercado. Como o processo se tornou público, tivemos que explicar a todos o que está acontecendo", relata Pastore, referindo-se às declarações do presidente da ABA, Ricardo Bastos, publicadas por Meio & Mensagem, em sua edição de 3 de setembro.

No encontro, Pastore pediu aos presidentes dos capítulos regionais da Abap que consultem suas bases sobre as mudanças que consideram necessárias nas normas-padrão. Segundo ele, o ponto fundamental para as agências é a perda da rentabilidade sofrida nos últimos anos. "Fomos obrigados a transferir parte da comissão sobre veiculação para os anunciantes. Entretanto, eles querem mais. Não entendem o perigo que a dramática perda de rentabilidade das agências representa para a sustentação de toda a indústria da comunicação. Neste ponto há um conflito de interesses", reconhece Pastore.

Segundo ele, o Comitê de Revisão do Cenp não está discutindo temas relativos à bonificação de volume (BV). Mesmo assim, as agências fazem a defesa da manutenção da prática, tratando-a como sendo um plano de incentivo oferecido pelos veículos, como tantos outros praticados pela economia nacional. "O único crime do BV da publicidade é sua transparência, pois está regulamentado pelo Cenp", sustenta.

Por outro lado, Pastore reconhece que a remuneração de agência é um tema mal resolvido no Brasil. "Há dúvida se quem paga a agência é o anunciante ou o veículo. Se for o cliente, é preciso resolver quem vai fazer para os veículos o serviço que as agências lhes prestam hoje e que é um dos responsáveis pela independência editorial da mídia brasileira, que tem sua receita captada por mais de quatro mil agências espalhadas pelo País e, por este motivo, não precisa se render a pressões de nenhuma delas nem de seus clientes", salienta Pastore.

Fenapro discute Cenp
Ao mesmo tempo, a revisão nas regras do Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp) esteve na pauta da reunião da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), realizada em Salvador, na Bahia, nesta quinta e sexta-feiras, 20 e 21, com as presenças de sua diretoria nacional e de presidentes de Sindicatos Estaduais das Agências de Propaganda (Sinapros). "Discutimos o que gostaríamos de ver alterado e quais serão nossas contribuições, a serem levadas ao Comitê de Revisão do Cenp. A Fenapro e a Abap estão atuando de forma alinhada neste processo", ressalta Saint'Clair de Vasconcelos, vice-presidente da Fenapro e sócio da Contexto Propaganda.

As agências têm direito a duas cadeiras entre as seis que compõem o Comitê de Revisão, também integrado por dois anunciantes e dois executivos de veículos. Os representantes das agências são Bob Vieira da Costa (da NovaS/B, pela Abap) e Antonio Lino Pinto (da Talent, pela Fenapro).

Segundo Vasconcelos, a maioria das alterações nas normas-padrão foi proposta até o momento pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), entidade que provocou o atual processo de revisão. "Estamos apresentando aos presidentes dos sindicatos estaduais as reivindicações da ABA", informa Vasconcelos.

A Fenapro também aproveitou a reunião para lançar oficialmente as novas marcas da entidade e dos sindicatos regionais. Elas foram criadas pela agência paulistana Contexto, com o objetivo de modernizar a imagem das instituições e instituir um único padrão visual em todo o País.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Campanha - Abrace2

Buzz Marketing

No mundo da publicidade, o termo buzz marketing é usado para definir estratégias arrojadas (e um tanto quanto subversivas) de promoção de um produto ou marca. A idéia é criar situações de impacto que chamem a atenção pública e sejam propagadas por um gigantesco boca-a-boca -- daí o nome buzz, que poderia ser traduzido como "bochicho".

Até recentemente, a estratégia vinha sendo utilizada timidamente por empresas e publicitários brasileiros, situação que começa a mudar. Há três semanas, a atriz e modelo Karina Bacchi e o antigo garoto-propaganda da cerveja Kaiser, o espanhol José Valien, foram fotografados em circunstâncias que sugeriam um romance entre eles -- tomavam cerveja juntos e trocavam beijos na despedida. As fotos saíram numa revista de celebridades, e a história ganhou fôlego na internet e em outras publicações. Na semana passada, a Kaiser divulgou seu novo filme, estrelado por -- surpresa! -- Karina e Valien.

A mexicana Femsa, dona da marca, não fala sobre o assunto, e a agência da empresa, a Fischer America, diz que não tem nada a ver com o possível romance dos dois -- seu papel teria se limitado a criar apenas um anúncio de oportunidade com a súbita exposição do casal. "A questão nesse caso nem é se o romance é oficial ou não. O fato é que está todo mundo falando do Baixinho da Kaiser, e isso é uma forma de ressuscitar a marca, que andava bem sumida", diz Gustavo Fortes, diretor de planejamento e criação da Espalhe, agência especializada em ações de marketing alternativo.

Em meio à selvagem competição pela preferência do consumidor, aparecer e destacar-se em meio à concorrência tornou-se imperativo para marcas e produtos. É nesse ponto que o buzz marketing ganha relevância, pois, baseado numa estratégia que combina propaganda convencional com tititi, a campanha ganha a dimensão de notícia.

Às vésperas do Grande Prêmio Brasil, em São Paulo, a empresa de bebidas Red Bull deu uma tacada de mestre nesse sentido. Patrocinadora de uma equipe de Fórmula 1, a Red Bull convocou seu piloto reserva, o alemão Michael Ammermuller, para se exibir com um dos carros de corrida no centro da cidade, num circuito de 7 quilômetros que ia do Teatro Municipal ao parque do Ibirapuera.

Apesar de ter acontecido às 5 e meia da manhã de uma quinta feira chuvosa e durado apenas 3 minutos, a performance foi documentada por várias câmeras estrategicamente instaladas -- uma delas em um helicóptero -- e por um batalhão de fotógrafos. As fotos do carro com a logomarca da empresa correndo nas ruas de São Paulo -- situação nunca vista antes -- foram publicadas em todos os grandes jornais. O filme da performance, providencialmente arquivado no site YouTube, foi visto por mais de 300 000 internautas. É um resultado que jamais seria atingido caso a empresa se valesse apenas do desempenho de sua equipe nas pistas para aparecer.

No GP Brasil, o melhor resultado obtido por seu principal piloto, o holandês Robert Doornbos, foi um obscuro 12o lugar. O outro, o inglês David Coulthard, nem sequer terminou a prova. "As empresas aprenderam a explorar ferramentas como o YouTube e já produzem seu material especificamente para a divulgação no site", diz Sérgio Mugnaini, diretor de criação de internet da agência AlmapBBDO.

Falem de mim

As novas táticas das empresas para fazer barulho na internet Uma foto de Gisele Bündchen com um notebook da Apple nos bastidores de um desfile ganhou os blogs americanos e alimentou boatos de que ela seria a nova garota-propaganda da marca — o que nunca foi confirmado nem desmentido. Já o filme feito para promover um game da Atari mostrava o Air Force One sendo pichado. O vídeo assustou o FBI e virou sucesso do site YouTube.

O buzz marketing surgiu nos Estados Unidos há seis anos como alternativa ao marketing e à publicidade tradicionais. O objetivo inicial era fugir dos custos
dos comerciais de TV e ao mesmo tempo atingir públicos qualificados. Os pioneiros do buzz marketing procuravam repetir a trajetória extraordinária do filme A Bruxa de Blair, uma produção quase amadora que custou 35 000 dólares e arrecadou uma soma dez vezes maior nas bilheterias. O principal trunfo dos criadores do filme foi divulgar a história em um site de internet como se fosse real -- as imagens seriam tudo o que restou de uma expedição que investigava a lenda de uma bruxa em uma floresta. Uma das primeiras grandes corporações a aderir ao buzz marketing foi a Ford, em 2000.

Ao lançar o modelo Focus no mercado americano, a empresa identificou 120 jovens formadores de opinião e com potencial para influenciar o comportamento de outros jovens e deu a cada um deles um automóvel. O trabalho dos jovens restringia-se a exibir o carro o máximo possível. O resultado foi medido em números: 286 000 Focus foram vendidos apenas com esse tipo de ação, e o modelo chegou a superar em vendas o Honda Civic, seu maior concorrente.
Ao mesmo tempo que é uma estratégia poderosa, o buzz marketing implica riscos.

Na semana passada, a rede de supermercados Wal-Mart se viu numa situação
constrangedora envolvendo uma dupla de blogueiros que percorria os Estados Unidos a bordo de um trailer.

Jornalistas respeitados com colaborações em jornais de grande porte, como o The Washington Post, os blogueiros pernoitavam nos estacionamentos da rede e
registravam suas aventuras numa espécie de diário na internet. Em meio às histórias contadas pela dupla, os internautas começaram a estranhar o tom elogioso aos supermercados, principalmente quando se tratava de entrevistas com funcionários -- um ponto crítico na imagem pública da rede, acusada de explorar seus trabalhadores. A verdade veio à tona quando se descobriu que ambos eram pagos pela agência de relações públicas do Wal-Mart. A epopéia no trailer foi abortada e o dono da empresa de relações públicas, Richard Edelman, foi obrigado a pedir desculpas pelo erro e assumir toda a responsabilidade pelo incidente.

"Fazer buzz marketing não é coisa simples", diz Ricardo Al Makul, responsável pela área de internet e mídia alternativa da agência de publicidade paulista Lew'Lara. " O consumidor pode se revoltar ao perceber que é parte de uma armação e passar a boicotar a marca ou o produto."

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