Assunto comentado diariamente entre profissionais, acadêmicos e estudantes; o marketing viral ou guerrilha é mania em todo o mundo. Trata-se de ações de marketing de baixo custo e extremamente focada no seu target. O objetivo é captar a atenção do consumidor sem a utilização de mídias caras ou sofsticadas e sim com cartazes, adesivos, sampling, grafite, entre outros.
Para a criação bom marketing viral, separamos algumas dicas dos mestres dessa nova forma de comunicação com o consumidor:
De Seth Godin, "O que torna uma idéia viral?"
Ninguém "envia" uma idéia ao menos que:
a. que tenham compreendido-a
b. que tenham vontade de espalha-la
c. acreditem que espalhar a idéia irá aumentar seu poder (reputação, receita, amizades) ou sua paz de espírito
d. o esforço necessário para enviar a idéia seja menor que os benefícios
Ninguém "pega" uma idéia ao menos que:
a. a primeira impressão demande uma pesquisa mais profunda
b. já tenham compreendido as idéias fundamentais necessárias para endender a nova idéia
c. o remetente seja de confiança ou respeitável o suficiente para investir o tempo necessário
De Ralph Wilson, "Os seis princípios do marketing viral"
1. Distribui gratuitamente produtos e serviços com algum valor
2. Ofecer um meio sem eforço de envio para outros
3. É facilmente escalável do pequeno para o muito grande
4. Explorar motivações e comportamentos comuns
5. Utiliza redes de comunicação já existentes
6. Tira proveito de recursos de terceiros
De Kevin Nalty, "Os sete pecados capitais da propaganda por video viral"
1. Criar uma vaca preto e branca
2. Fingir que não está fazendo propaganda
3. Gastar uma fortuna na produção
4. Apenas comunicar ao invés de engajar
5. Fazer um concurso de video só porque todos estão fazendo
6. Estabelecer metas irreais de conversão
7. Jogar a toalha e decidir só anunciar usando video virais
Para ilustrar, separamos o viral do Rexona V8. O vídeo foi publico em sites e blogs com grandes acessos e parecia ser mais um vídeo engraçado do YouTube, vejam:
Pode até ser viral, mas o vídeo ficou muito bom. E você, o que acha? Não deixe de comentar!
Obs: Dicas extraídas do Blog do Fábio Seixas.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Da série Chupadas (01)
Publicitário é um ser único. Seu livro de cabeceira é Anuário de Propaganda. Só assiste TV pra ver os comerciais. Passa horas e horas no YouTube em busca daqueles propagandas antigas do tempo em que era muleque. Quando junta o pessoal da agência no buteco a conversa é só uma: Propaganda. As idéias nascem dalí, o publicitário precisa de algo que alimente sua imaginação e sua criatividade, até aí ótimo. O problema é quando a idéia não passa de uma cópia daquela graaaande idéia, pronto, está criada a famosa "chupada". Nasce, portanto, as famosas "Chupadas". Levanta o dedo quem nunca pensou em copiar aquela idéia do amigo, da televisão, dos Nizan´s, dos Olivetto´s??? Muita gente... e todo mundo diz que teve a idéia primeiro. O plágio muitas vezes é descarado. Vejamos alguns exemplos na série Chupadas:
Pepsi X Gim Gordon´s
A forma do líquidos transformou-se numa verdadeira chupada.



Pepsi X Gim Gordon´s
A forma do líquidos transformou-se numa verdadeira chupada.



Da série As Melhores Propagandas de todos os tempos...
Comercial da W/Brasil para o lançamento da revista Época, vencedor do único Grand Clio que o Brasil já recebeu. Considerada por muitos a melhor propaganda já feita, uma verdadeira obra de arte da propaganda mundial.
E aí, gostou?! Então comenta!!!!!
E aí, gostou?! Então comenta!!!!!
Itaú Personnalité ganha revista trimestral.
Publicação pretende ressaltar a preocupação do banco com atendimento customizado
O Itaú Personnalité terá sua própria revista em novembro, publicada pela Trip Editora. A publicação está alinhada ao posicionamento do negócio, que procura combinar a atuação no segmento de alta renda com uma relação de proximidade com os clientes, oferecendo atendimento e serviços de forma customizada.
Segundo Paulo Lima, editor e fundador da Trip, a revista é inspirada na campanha criada pela DPZ para a instituição financeira (leia aqui). "Queremos que a revista tenha a personalidade da marca, então mostraremos pessoas de personalidade que inventaram seus próprios caminhos", explica.
Lima conta que a revista Personnalité será escrita de maneira autoral. "Colocaremos o ponto de vista de pessoas interessantes, ressaltando a diversidade de opiniões", diz. O projeto gráfico pretende ser moderno, mas não modernoso, sempre valorizando a fotografia.
A distribuição será nacional, dirigida à um mailing selecionado de clientes. A Trip e o Itaú estão estudando a possibilidade de distribuição também em algumas bancas de jornais. A periodicidade é trimestral, com tiragem de 40 mil exemplares. A publicação terá 100 páginas, das quais, aproximadamente 20 serão destinadas à publicidade.
O grande objetivo da revista, de acordo com Lima, é consolidar as diferenças entre o Itaú Personnalité e os outros bancos que atuam nesse segmento. "Queremos mostrar que o Itaú entende muito bem as individualidades e trata cada cliente do jeito que ele quer ser tratado", finaliza o editor da Trip.
O Itaú Personnalité terá sua própria revista em novembro, publicada pela Trip Editora. A publicação está alinhada ao posicionamento do negócio, que procura combinar a atuação no segmento de alta renda com uma relação de proximidade com os clientes, oferecendo atendimento e serviços de forma customizada.
Segundo Paulo Lima, editor e fundador da Trip, a revista é inspirada na campanha criada pela DPZ para a instituição financeira (leia aqui). "Queremos que a revista tenha a personalidade da marca, então mostraremos pessoas de personalidade que inventaram seus próprios caminhos", explica.
Lima conta que a revista Personnalité será escrita de maneira autoral. "Colocaremos o ponto de vista de pessoas interessantes, ressaltando a diversidade de opiniões", diz. O projeto gráfico pretende ser moderno, mas não modernoso, sempre valorizando a fotografia.
A distribuição será nacional, dirigida à um mailing selecionado de clientes. A Trip e o Itaú estão estudando a possibilidade de distribuição também em algumas bancas de jornais. A periodicidade é trimestral, com tiragem de 40 mil exemplares. A publicação terá 100 páginas, das quais, aproximadamente 20 serão destinadas à publicidade.
O grande objetivo da revista, de acordo com Lima, é consolidar as diferenças entre o Itaú Personnalité e os outros bancos que atuam nesse segmento. "Queremos mostrar que o Itaú entende muito bem as individualidades e trata cada cliente do jeito que ele quer ser tratado", finaliza o editor da Trip.
Mattel escolhe Carat para mídia global.
Unidade do Aegis Group fica com a maior parte da verba de US$ 500 milhões; MindShare mantém TV aberta nos EUA
Finalizando uma revisão de quase dez meses, a Mattel Inc. escolheu a Carat para coordenar sua conta de planejamento e compra de mídia em todos os mercados internacionais, mantendo a MindShare (WWP Group), sua atual agência, apenas na compra de TV aberta dos Estados Unidos.
Segundo a Adweek.com, a verba de mídia do anunciante é estimada em US$ 500 milhões; em 2006, a porção de TV aberta dos EUA respondeu por US$ 220 milhões do total. A ZenithOptimedia, que também participou da disputa, foi eliminada. A Brandrepublic.com divulgou que a Carat assumirá o novo cliente em janeiro de 2008.
Finalizando uma revisão de quase dez meses, a Mattel Inc. escolheu a Carat para coordenar sua conta de planejamento e compra de mídia em todos os mercados internacionais, mantendo a MindShare (WWP Group), sua atual agência, apenas na compra de TV aberta dos Estados Unidos.
Segundo a Adweek.com, a verba de mídia do anunciante é estimada em US$ 500 milhões; em 2006, a porção de TV aberta dos EUA respondeu por US$ 220 milhões do total. A ZenithOptimedia, que também participou da disputa, foi eliminada. A Brandrepublic.com divulgou que a Carat assumirá o novo cliente em janeiro de 2008.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Tim Love elogia propaganda de varejo no Brasil.
Tim Love elogia propaganda de varejo no Brasil
Um dos principais executivos do Omnicom Group, Love diz que novas tecnologias difundem a cultura global de forma similar ao fumo passivo
A tão criticada propaganda de varejo brasileiro tem um admirador ilustre: Tim Love, um dos principais executivos do Omnicom Group, que apresentou esta manhã a palestra 'O Fim da Globalização. A Batalha entre a miopia e a anatomia', que teve como debatedores Jaime Troiano (Troiano Consultoria de Marca), André Quadra (Proctor & Gamble), Joelmir Beting (TV Bandeirantes) e Ricardo Gandour
(Grupo Estado) como moderador. Tim Love, já no final da seção de perguntas, disse que a importância da comunicação de varejo no Brasil, assim como o modelo de mídia, foram o que mais lhe chamaram atenção nessa passagem pelo Brasil. "A propaganda de varejo no Brasil é muito envolvente e está em toda parte. Acho que o País está muito bem posicionado como uma fonte de inspiração para tornar o marketing mais simples", disse Love.
Em sua palestra, ele contou um pouco de sua história e como desde cedo foi influenciado pelo pai, que tinha uma oficina onde concertava aparelhos de rádio e TV. Ele acredita que a globalização começou na Europa no século XV com a construção dos canais que interligavam os principais centros do continente
através do comércio marítimo. "Com as invenções de Gutemberg, a informação também pode começar a circular", compara. Quando os antigos veleiros adotaram o padrão de três mastros e oito velas e se tornaram mais velozes, disse Love, o processo começou a ganhar o mundo. Leitor atento da obra do canadense Marshall McLuhan, um dos maiores nomes dos estudos de comunicação, Love diz que a
internet conseguiu reforçar o conceito de vila global em que o mundo se tornou.
Com o avanço das novas tecnologias, ele compara a difusão da cultura como a do fumo passivo, no qual as pessoas no início eram atingidas sem saber. "Chamo isso de second hand culture", diz Love, usando o termo em inglês, algo como 'culturalização passiva'.
Um dos principais executivos do Omnicom Group, Love diz que novas tecnologias difundem a cultura global de forma similar ao fumo passivo
A tão criticada propaganda de varejo brasileiro tem um admirador ilustre: Tim Love, um dos principais executivos do Omnicom Group, que apresentou esta manhã a palestra 'O Fim da Globalização. A Batalha entre a miopia e a anatomia', que teve como debatedores Jaime Troiano (Troiano Consultoria de Marca), André Quadra (Proctor & Gamble), Joelmir Beting (TV Bandeirantes) e Ricardo Gandour
(Grupo Estado) como moderador. Tim Love, já no final da seção de perguntas, disse que a importância da comunicação de varejo no Brasil, assim como o modelo de mídia, foram o que mais lhe chamaram atenção nessa passagem pelo Brasil. "A propaganda de varejo no Brasil é muito envolvente e está em toda parte. Acho que o País está muito bem posicionado como uma fonte de inspiração para tornar o marketing mais simples", disse Love.
Em sua palestra, ele contou um pouco de sua história e como desde cedo foi influenciado pelo pai, que tinha uma oficina onde concertava aparelhos de rádio e TV. Ele acredita que a globalização começou na Europa no século XV com a construção dos canais que interligavam os principais centros do continente
através do comércio marítimo. "Com as invenções de Gutemberg, a informação também pode começar a circular", compara. Quando os antigos veleiros adotaram o padrão de três mastros e oito velas e se tornaram mais velozes, disse Love, o processo começou a ganhar o mundo. Leitor atento da obra do canadense Marshall McLuhan, um dos maiores nomes dos estudos de comunicação, Love diz que a
internet conseguiu reforçar o conceito de vila global em que o mundo se tornou.
Com o avanço das novas tecnologias, ele compara a difusão da cultura como a do fumo passivo, no qual as pessoas no início eram atingidas sem saber. "Chamo isso de second hand culture", diz Love, usando o termo em inglês, algo como 'culturalização passiva'.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Unilever é maior anunciante em cinemas.
Em pesquisa divulgada na 9ª edição do seminário 'Cinema, que mídia é essa?', Ibope Mídia aponta crescimento de 34% nos investimentos nas salas de exibição no 1º semestre
O cinema enquanto mídia cresceu em 34% o volume de investimentos nos números consolidados de 2006 em relação a 2005, de acordo com o Ibope Mídia. Os números apresentados durante a 9ª edição do Seminário 'Cinema, que mídia é essa?', realizado na última sexta-feira, dia 28, na tenda montada na Praia de Copacabana para o Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, mostram que as 565 salas de dez praças mensuradas pelo instituto faturaram em valores de tabela o equivalente a R$ 146 milhões no primeiro semestre deste ano contra R$ 109 milhões do mesmo período em 2006.
A executiva do Ibope Mídia responsável pelo estudo, Mayra Vasconcellos, mostrou ainda que só a Unilever responde por R$ 22,9 milhões do montante, seguida por Coca-Cola, R$ 18 milhões; Ford, R$ 12 milhões; Kaiser, R$ 6,7 milhões; e Ambev, R$ 6,4 milhões. Juntos, esses cinco anunciantes representam 49% do total investido na mídia cinema no primeiro semestre. Refrigerantes, veículos de passeio, higiene, cervejas e mercado financeiro são os setores que mais anunciam, com participação de 40%. O share no bolo, que fechou em 0,3% em 2005 e 0,4% em 2006, está em 0,7% este ano. Em número de inserções, porém, é a terceira mídia com 12,1 milhões atrás apenas de jornais e revistas. Melanie Schroot, representante da Nielsen EDI na mesa de debate, também apresentou números curiosos do mercado brasileiro.
O faturamento em bilheterias no Brasil cresceu de R$ 668,8 milhões em 2005 para R$ 695,5 milhões no ano passado, mas o público caiu de 92,5 milhões para 88,5 milhões. Eric Mardoché, diretor do Guia Boca-a-Boca, apresentou dados do trabalho de sua empresa, especialista em orientar campanhas de marketing para lançamento de filmes.
No segundo bloco, participaram Fátima Rendeiro (Quê comunicação), Sandro Rodrigues (Playtoo Advertaintment), Pedro Porto (Santa Clara) e o presidente do Clube de Criação do Rio de Janeiro, Flavio Medeiros (NBS Comunicação), com moderação de Antônio Jorge Pinheiro (Mídia 1), organizador e criador do seminário. Todos reconheceram que a maior parte do mercado muitas vezes exclui a mídia cinema de seus planejamentos por falta de conhecimento do meio e uma certa incapacidade em criar campanhas adequadas.
O cinema enquanto mídia cresceu em 34% o volume de investimentos nos números consolidados de 2006 em relação a 2005, de acordo com o Ibope Mídia. Os números apresentados durante a 9ª edição do Seminário 'Cinema, que mídia é essa?', realizado na última sexta-feira, dia 28, na tenda montada na Praia de Copacabana para o Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, mostram que as 565 salas de dez praças mensuradas pelo instituto faturaram em valores de tabela o equivalente a R$ 146 milhões no primeiro semestre deste ano contra R$ 109 milhões do mesmo período em 2006.
A executiva do Ibope Mídia responsável pelo estudo, Mayra Vasconcellos, mostrou ainda que só a Unilever responde por R$ 22,9 milhões do montante, seguida por Coca-Cola, R$ 18 milhões; Ford, R$ 12 milhões; Kaiser, R$ 6,7 milhões; e Ambev, R$ 6,4 milhões. Juntos, esses cinco anunciantes representam 49% do total investido na mídia cinema no primeiro semestre. Refrigerantes, veículos de passeio, higiene, cervejas e mercado financeiro são os setores que mais anunciam, com participação de 40%. O share no bolo, que fechou em 0,3% em 2005 e 0,4% em 2006, está em 0,7% este ano. Em número de inserções, porém, é a terceira mídia com 12,1 milhões atrás apenas de jornais e revistas. Melanie Schroot, representante da Nielsen EDI na mesa de debate, também apresentou números curiosos do mercado brasileiro.
O faturamento em bilheterias no Brasil cresceu de R$ 668,8 milhões em 2005 para R$ 695,5 milhões no ano passado, mas o público caiu de 92,5 milhões para 88,5 milhões. Eric Mardoché, diretor do Guia Boca-a-Boca, apresentou dados do trabalho de sua empresa, especialista em orientar campanhas de marketing para lançamento de filmes.
No segundo bloco, participaram Fátima Rendeiro (Quê comunicação), Sandro Rodrigues (Playtoo Advertaintment), Pedro Porto (Santa Clara) e o presidente do Clube de Criação do Rio de Janeiro, Flavio Medeiros (NBS Comunicação), com moderação de Antônio Jorge Pinheiro (Mídia 1), organizador e criador do seminário. Todos reconheceram que a maior parte do mercado muitas vezes exclui a mídia cinema de seus planejamentos por falta de conhecimento do meio e uma certa incapacidade em criar campanhas adequadas.
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